fabioedson
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
LINKS
 
ICQ
Você é legalista?
Para os legalistas a Lei, a doutrina é maior do que a Graça.
  Para os legalistas a Lei, a doutrina é maior do que a Graça.
  Texto: Gl. 1.6;3.1-3


I - Deus não é legalista, por isso compreende o universo complexo do homem, e decide nos amar e acreditar em nós.

Deus condena o legalismo.
Como nós podemos saber que o legalismo pode esta dentro de nós ou nascendo aos poucos?
Quais são as suas fontes de onde nascem em nós?

1. O legalismo nasce quando não nos deixa ver as coisas numa visão global

Quanto mais paroquial somos, mas forte é a nossa tendência para sermos legalistas.

Legalista é aquele que vive seu mundo pequeno, restrito às suas próprias convicções e conceitos.

O legalista não entende o que venha ser cultura. Cultura é a somatória dos nossos hábitos: comidas típicas, modo de se vestir, de falar...

O legalista acha que todo mundo tem que ter o mesmo hábito dos seus e que idolatra o seu jeito de ser ou da sua associação e diz: ‘Aqui é que é certo!” ou “Na minha igreja é a única que há santidade.”

O legalista missionário tem problemas sérios com outras culturas e principalmente as culturas indígenas: O índio vestido é aquele que coloca um laço sobre seu pênis; Em algumas tribos a mulher que cobre os seios é prostituta; Na índia as mulheres andam com a barriga do lado de fora (Sari) e brincos no nariz.

Na cultura judaica, muitos homens usam cabelos grandes com trançinhas, barbas enormes e chapéu; As mulheres no oriente usam vestimentas que só deixam os olhos e as mãos expostos.

O legalista é aquele que quer que seu jeito de ser seja o de todos.

Que todos sejam moldados segunda a sua cultura. (Os judeus eram assim.)

Paulo disse que os gentios não precisam ser judeus para serem cristãos.

Existem muitas culturas e nessas culturas seus cristãos com seus próprios hábitos.

2. O legalismo nasce da maneira simplista de vermos o ser humano.

O legalista não entende a complexidade que tem o ser humano, não entra na cabeça dele.

É impossível agente adestrar o ser humano, porque cada um é um ser único.

É aí onde o legalismo falha na questão espiritual, porque a lei iguala todas as pessoas, mas ninguém pode ser cauterizado num mesmo molde. Existem gostos diferentes que precisam ser respeitados.

As relações dentre as pessoas são universos complicadíssimos.

O que eu digo para você pode ser que não seja aplicada a outro.

Precisamos não acreditar que vamos moldar as ações e comportamentos das pessoas. (Muita gente que quando sai desses lugares, acabam mostrando a sua própria maneira de ser e agir.)
Nós temos no nosso universo formas diferentes.

O Sl. 103 prova isso, que Deus afasta de nós os nossos pecados, Ele conhece as nossas estruturas humanas e lembra que somos pó.

Sl. 103. 13,14: “Como um pai se compadece de seus filhos assim o Senhor se compadece dos que o temem, pois ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó.”

Deus cuida de cada um de nós particularmente.

Existem em cada pessoa, atenuantes e agravantes, fugas do ser e devem só saber lidar com isso para uma convivência sadia e bíblica.

A bíblia não é uma carta de opressão e insensibilidade, a bíblia é a maior compreensão de alguém que conhece o ser do homem e o entende e o sara.

Quem é o legalista? É aquele que não entende o ser existencial e diz que suas inquietações é somente pecado, não respeitando o universo distinto do outro.

Não consegue entender que: Cada caso é um caso a ser estudado.

3. O legalismo nasce de um conceito simplista de bem e de mal.

É achar simplesmente que o que alguém fez de errado é algo de ruim só porque achamos isso e sem nenhuma base de responsabilidade num todo.

O mal e o bem têm muitas caras. O que achamos que é ruim para nós é bom para outros. E o achávamos que era bom era ruim e vice-versa.

Observem a história do povo Judeu e sentirá de perto o que estamos falando.
(Abraão e sua família que o diga.)

No novo testamento quando relata que a pessoa tinha uma legião, não era em si demônios somente o que a bíblia quer relatar e sim dizer que existem diversas faces do mal. O mal tem várias figuras, variadas formas de ser.

O legalista coloca seu critério do que seja mal e tem que ser do jeito de ser.

O mal não é uma lista, ele pode se mostrar fora da lista e isso acabam nós não sabendo lidar com o mal.

Todos nós temos variadas formas de maldade. Temos mal que se transforma em muitas caras. São truques que a gente faz para enganar os que estão ao nosso redor e até á nós mesmos.

Portanto a luta é lidarmos com isso, pedir a Deus que nos ajude a detectá-los.

4. O legalista é aquele que tem uma visão estreita à respeito da queda universal.

Há bíblia deixa bem claro que não há um justo sequer.

O legalista cria duas categorias:

I – Nós, os justos, os salvos.
II - Os ímpios, no nosso evangeliquês, os que não são da nossa religião.

Os legalistas não entendem que a doutrina da queda do homem, não quer dizer que os não crentes não conseguem fazer coisas boas.

Exemplos:

• O aparelho de fazer hemodiálise, quem inventou um crente ou um ímpio ao seu parecer?

• O avião?

• O automóvel?

• Os medicamentos que salvam milhões de pessoas?

• As melhores universidades?

• As melhores clínicas?

• Administração pública?

• Músicas: Consideramos música do mundo aqueles que não são do nosso arraial. Como desconsiderar algumas músicas cheias de poesias e cultura de um Chico Buarque de Holanda, Djavan, Elis Regina, Milton Nascimento e outros? Na harpa cristã existe o hino nacional e quem foi que o fez? E o hino á bandeira (Olavo Bilac foi o príncipe dos poetas parnasianos - escola literária, no séc. XIV) os parabéns para você?

• Quem fez o sapato, a carteira, o couro da sua bíblia, o perfume que você usa?

• Os alimentos que você compra, as indústrias pertencem a que grupo religioso?

• O seu computador? As lâmpadas da sua igreja quem inventou e quem a fabrica? Quem te deu o terreno para construir sua igreja e você o comprou de quem? O material de construção? O colégio que seus filhos estudam ou que você estuda ou concluiu? Os seus óculos? O jornal que você lê de quem são os artigos?

• Então o que é ser do mundo? É toda aquela mensagem que vai de encontro ao reino de Deus.

• Existem vários louvores que são de encontro a mensagem do reino:”Tudo que Jesus conquistou na cruz é direito nosso é nossa herança.” Porque tudo que há dentro de mim precisa ser mudado...”, “Eu fui no terreiro do inimigo e tomei tudo que me roubou ...’

• O legalista é complicado porque é extremamente estressante dizer o que pode e o que não pode, isso é um fardo pesadíssimo.

A igreja tem que deixar o crente sadio e ele mesmo vão sentir se algo é ruim ou não, pois ele é responsável pelos seus atos e filho de Deus, e com isso não quer ferir os olhos do seu Pai celestial que o ama muito e é o seu melhor amigo.

O legalista não consegue ver a imago. nos.dei(A imagem de Deus) no ser humano de forma alguma.

Existe a imagem de Deus em cada ser humano, é por isso que há muita gente boa fora da nossa religião. Mesmo que o espelho esteja despedaçado mas, ainda dar para ver a imagem de Deus nelas em algumas atitudes.

Ex. Cornélio, não era da igreja primitiva, mas a bíblia diz que ele era: Justo, dava esmolas, e suas orações chegavam até os céus.

Alguém não precisa ser necessariamente cristã para saber fazer coisas boas. Muito tem a dignidade de Deus dentro deles.

A lei é especialista em castrar a capacidade das pessoas.

Não precisamos ser crentes que com 36 anos não saiba amarrar seus próprios sapatos e vestir sua própria roupa.

5. O legalista acha que a santidade é somente externa.

Existem duas formas de pensamento:

A - Concreto (realização material): é o das crianças. Ex. Como as ensinamos a contar;

B - Abstrato (o que se considera existente só no domínio das idéias e sem base material.)

Paulo disse que a forma concreta do A. T. serviu apenas de aio (ensino) para outra categoria, que é pensar conceitualmente no NT.

O que é ser santo no NT? É tirar o concreto e virar o conceito.

Ex. Nicodemos, era da escola do pensamento concreto, do AT. Jesus ministra a ele o conceito das coisas.

Santidade não é uso e costumes, regras, e sim lealdade, inteireza, integridade de alma.

O legalista nunca consegue entender como é Deus, sua mente é cauterizada a dureza de coração. Ele em si se basta!

O autor de Hebreus lamenta isso, isso trava a pessoa e é perigoso, tenta matar a justiça de Deus. Ex. Fariseus e Saduceus x Jesus.

A fé do legalista é rasa, se resume em satisfazer a forma concreta da lei.
Já Deus busca de nós dimensões da integridade.

Muitas atitudes não são nada diante dos legalistas e sensíveis para os olhos de Deus.



6. O legalista é aquele que tem a doença do controle.

Quer ter controle sobre si mesmo e sobre os outros e até com os ensinamentos de Deus.

Ele se torna independente da vontade de Deus em suas decisões.

Por sua própria força acha que consegui dominar a si mesmo e aos outros. É um ditador.

O legalista não deixa o outro livre, já o Deus da bíblia abre a porta.

Deus nos comprou para sermos filhos e o único que pode nos escravizar é Ele, mas com amor, liberdade santa, paz.

O legalista sofre da síndrome luciferiana, ele tem sede do poder. Já Deus é o único que tem todo poder e mesmo assim abriu mão para que até o mal pudesse ser livre para se manifestar.

Quem controla não ama, e quem ama não quer controlar, aconselha, mas deixa livre.

Quem precisa estar lembrando que é ungido de Deus para impor autoridade, não tem autoridade.

O legalismo nasce do medo de liberar as pessoas como se as pessoas fossem presas e não são – As pessoas são livres para crescer em Deus e não de fazer o que não presta.

Na cultura portuguesa beber vinho é um hábito para lideres protestantes e católicos;

Na cultura alemã a cerveja.

Agente precisa ter que aprender a ter maturidade e não proibir em si as coisas e sim as pessoas aprenderem a discernir as coisas. Até que ponto isso que vou fazer vai fazer vai fazer mal a mim e as outras pessoas.

Proibir em si leva ao perigo das pessoas estarem vivendo uma farsa e um dia explodir e manifestar o escândalo.

7. O legalista não entende que: quebrar a letra da lei não quebra o espírito da lei, desde que a letra da lei conspira contra a vida.

Quando a lei impede a doçura da vida aí é problema. A vida é mais importante que os estatutos da lei.

Jesus não tinha medo nenhum de ser incoerente com a lei para salvar a vida:
• A mulher Cananéia em Mt.15.21-28
• Violou o sábado, na ótica dos legalistas no tanque de Betesda em Jô.5.
• A mulher pega em adultério
• A mulher samaritana João 4

O reino de Deus no NT valoriza o espírito da lei muito mais do que a letra da lei.

O exemplo do bom samaritano em Lc. 10.25-38 ler.

8. O legalista não entende que Deus é relacional, é o amor com sua liberdade que tem que nortear.

Não é algo interesseiro e sim porque eu o amo e não quero feri-lo.

Não preciso de rituais e fórmulas para alcançar sua graça. A graça é favor imerecido.

Não é o evangelho mesquinho, interesseiro e supersticioso que Jesus nos deixou, mas um evangelho de vida, de relacionamento, de sofrimentos, de aprendizado.

Jesus não hesitou em jantar com um publicano, um ladrão, algo desprezível a sua cultura judaica, Ele quis relacionamento, quando chamou um pescador grosso, estúpido, um cobrador de impostos, uns interesseiros, e gente de qualidade baixa aos olhos do julgamento judeu como, simeão o leproso, Maria dos sete demônios, e outros da vida.

Taxado de amigos de publicanos e beberrões. O profeta do “mau testemunho”, do desfazedor da lei religiosa. Na bíblia existem muitos relatos do “mal testemunho de Jesus”, aos olhos dos legalistas, hoje não seria de forma alguma diferente.

Quiseram em atos dos apóstolos cap. 21.10-14, persuadirem Paulo a não ir a Jerusalém, pois corria risco de vida e ele não aceitou, pois estava disposto a morrer por Cristo. O seu relacionamento com Jesus era fruto do amor voluntário.

Conclusão:

O legalista geralmente é cega espiritualmente, nuca enxerga as verdades de Deus como elas são.
O legalista prefere seguir a lei do que a graça, pois não conhece o favor imerecido de Deus por nós.

(Ricardo Gondim Rodrigues – Presidente das Assembléias de Deus BETESDA)

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx


A desgraça do legalismo e a liberdade da Graça
Sábado, Junho 23rd in Uncategorized | No comments

Existem muitas pessoas que carregam traumas com relação à comunidades religiosas e outras que abandonaram completamente a fé cristã por conta de não se encaixarem nos estreitos trilhos das regras rigorosamente impostas por tais instituições. Não conseguiram carregar o pesado fardo que quiseram impor sobre elas. Não vendo nenhuma alternativa, abandonaram o barco, foram empurradas para fora da igreja. Muitas vezes taxadas de pecadores indignos por terem jogado uma partida de futebol, ter ido ao cinema, ter ouvido uma música no rádio, ter tomado uma taça de vinho, colocado um brinco, feito uma tatuagem, discordado da opinião política do líder, ou coisa do tipo.

Mas será que o Reino de Deus é isso: um monte de regrinhas que temos que cumprir? Será que temos mesmo que cumprir uma série de detalhados regramentos para obtermos o favor de Deus? Será que não há liberdade para o cristão? Temos que ser tratados como eternas crianças ou podemos caminhar para uma fé mais adulta, mais madura, mais serena e equilibrada?

Mas quais seriam as causas do legalismo dentro das comunidades religiosas? Elaborei algumas possibilidades:

O legalismo nasce de um desejo de controle sobre o outro. Uma comunidade legalista tem um líder que gosta de controlar a vida dos seus liderados em tudo: aparência, corte de cabelo, lugares que freqüenta, roupa que compra, amigos com quem anda, lugares que freqüenta, música que ouve, bebidas e comidas que consome. TUDO.

O legalista não suporta a idéia da liberdade, que é a essência da Graça e da relação de Deus conosco. Somos livres para amá-lo ou para abandoná-lo. Jesus não quer ninguém que o siga porque foi forçado a fazê-lo. Ele deseja que homens e mulheres o sigam porque desejam fazê-lo, porque livremente querem segui-lo. E também nos livrou na maldição da lei, que consistia em ordenanças, para que, livres de dogmas e muitos regramentos impossíveis de cumprir, tivéssemos um relacionamento baseado na liberdade e na graça. Não foi à toa que Ele disse: “conhecerão a verdade e a verdade os libertará”. Paulo, o apóstolo, também escreve: “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão”.

Infelizmente há muitos cristãos que não conseguem conviver com a idéia da Graça, porque suas mentes estão contaminadas com o pensamento mundano, já que a Graça é estranha ao mundo (afinal, como diz o ditado: na vida nada é de graça). Graça é algo do Reino de Deus. Sendo crentes mundanos, querem controlar os que vivem em liberdade, já para eles essa idéia é insuportável.

Sendo assim, o legalismo é fruto de uma incompreensão da essência do Reino de Deus. Muitos ainda preservam um pensamento obscurantista, insistindo em entender e querer que os outros entendam que o Reino de Deus é um conjunto de regrinhas.Será que o papel da igreja, dos ministros, dos cristãos, é mostrar ao mundo uma religião como outra qualquer, cheia de ritos e regrinhas ridículas que devem cumpridas à risca, sob pena de humilhação pública. NÃO! Isso é diminuir demais o valor do sacrifício de Jesus. Será que foi para isso que Jesus morreu na cruz. Será que todo aquele sacrifício foi para que depois nos transformássemos em religiosos controladores da vida alheia. NÃO!Tão grande sacrifício na cruz não pode ser assim banalizado e vilipendiado. É preciso compreender que o sacrifício foi muito grande e dali, da cruz, jorrou Graça, verdade, liberdade, amor, salvação, perdão, justiça, vida eterna!

O reino de Deus não é um conjunto de regrinhas, mas e paz, justiça e alegria no Espírito Santo. A salvação não é decorrente do cumprimento de regramentos humanos, mas é pela graça, mediante a fé, para que ninguém se gloria senão na cruz. Santidade não é o cumprimento de uma série de “não toque”, “não prove”, “não manuseie”, “não escute”, “não assista”, mas sim fruto de um desejo de ter um caráter parecido com o caráter de Deus. Santidade é fruto de uma decisão de buscar ser parecido com Jesus em seu caráter. Não fomos salvos para viver debaixo de um jugo maldito, mas para sermos livres, foi para a liberdade que ele nos libertou.

Evangelho é graça e leveza. Por isso que Jesus disse: “Venham a mim os que estão cansados e sobrecarregados que eu vos aliviarei. Tomem sobre vocês o meu jugo, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”!

Márcio Rosa da Silva


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Terça-feira, 6 de Março de 2007
Estudo de 6/3/2007 - Legalismo Uma Barreira Para o Amor

Nos últimos estudos nós estavamos olhando para algumas coisas, nós temos a tendência a fazer envez de olhar com compaxião. A primeira coisa, nós olhamos e vamos julgando, e depois encontramos justiça própria embaixo do julgamento. E agora nós vamos olhar como nos sistemizar julgando atravéz do legalismo.

Jesus reagiu contra o legalismo porque é uma casca vazia e sem poder, que eleva os que praticam encima de outras pessoas, não deixando nenhum espaço para o amor. A raiz do legalismo é a ignorância de tão pecaminoso são nossos corações. Quando nós enchergamos a profundidade da pecaminosidade dos nossos corações nós podemos acreditar nas boas novas do evangelho ao envez de confiar no evangelho falso do nosso próprio desenpenho.

Objetivos:
Amor - Legalismo nos decepciona a respeito das más notícias dos nossos corações e empedi o amor, através da sensação de superioridade em relação aos outros.
Jesus - Quando nós enchergamos as más notícias a nosso respeito, nós podemos acreditar nas boas novas que Jesus está nos oferecendo.


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx